segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Inglês cria bicicleta reciclável para tentar reduzir o roubo.

O estudante Phil Bridge, de Stockport, Reino Unido, estava prestes a completar um curso de graduação de três anos em Design de Produto da Universidade de Sheffield Hallam quando criou uma bicicleta feita de papelão.

O estudante inglês, Phil Bridge, estava quase completando seu curso de graduação em de design de produto, quando através de uma pesquisa, avaliou que uma bicicleta é roubada a cada 71 segundos no Reino Unido e, por isso, teve a brilhante ideia de desenvolver uma bicicleta anti-roubo.

Além de ciclista, Philip é membro do Stockport bike club wills wheels e, em uma entrevista a BBC Radio Sheffield, explica o motivo de ter criado uma bicicleta reciclável:

“Eu estava olhando para bicicletas e como as pessoas a utilizam e um dos principais problemas me parecia que elas eram muito valiosas. As pessoas não querem investir em uma bicicleta que custa muito dinheiro e depois deixá-la na rua onde pode ser danificada ou roubada. Então meu objetivo principal era completamente desvalorizar a bike, transformando-a em algo que todos pudessem jogar fora, deixar em qualquer lugar e sem ter qualquer preocupação com isso.”

A bicicleta não é muito veloz e nem foi projetada para atingir altas performances. O criador explica que a bike foi desenvolvida para ser utilizada todos os dias, vagarosamente de um lado para o outro. Philip Bridge, diz ainda que a durabilidade desde meio de transporte depende do uso. Se ela for pouco utilizada é provável que dure para sempre, mas com o uso diário sua durabilidade pode se restringir a cerca de 6 meses.

O material que foi utilizado é grosso o suficiente para garantir a rigidez estrutural da bike que suporta até 76kg, o quadro de papelão – usado em embalagens industriais, custa em torno de seis dólares para ser feito. A parte mecânica, rodas e correntes, são iguais a qualquer outra bicicleta, garantindo um custo total de US$ 24.
Philip ainda acrescenta comentando que a bike é conceito e que o projeto precisa ser concluído. “O protótipo funciona, mas ainda é bastante limitado e existem alguns problemas", diz ele. Chuva, no entanto, não é uma delas, ele afirma”.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Greenpeace: 40 anos na luta pelo meio ambiente.

A organização ambientalista Greenpeace, considerada um dos grupos mais respeitados do mundo e referência nas questões ambientais, está comemorando 40 anos de existência.

A instituição iniciou seus trabalhos no ano de 1971, contando com 12 ativistas e um velho barco que saía de Vancouver, no Canadá com destino a ilha Amchitka, no Alasca. O objetivo desta viagem era impedir testes nucleares dos Estados Unidos. O Greenpeace conta hoje com 3 navios e o apoio de em média, 3 milhões de pessoas.

Esta primeira missão fracassou devido ao fato de que o barco foi interceptado antes de chegar ao destino final e por isso, os ativistas não conseguiram impedir que os EUA detonassem a bomba. Mesmo assim, a ação teve uma enorme repercussão e acabou influenciando a opinião pública a posicionar-se. O resultado foi que naquele mesmo ano os testes foram suspensos em Amchitka e, desde então, a organização vem crescendo e agregando novas parcerias e projetos por todo o mundo, com o apoio de seus escritórios espalhados por 40 países.

Na primeira missão foi definido o nome da organização. Como a viagem era feita por iniciativa própria, o grupo precisava arcar com todos os gastos que viriam a ter e, por isso, tiveram a ideia de vender um button com as palavras Green e Peace e, como elas não cabiam no objeto foi necessário juntá-las. Para Irving Stowe, um dos fundadores, a criação desta organização é considerada uma “viagem pela vida e pela paz”.

Com o passar do tempo, o Greenpeace começou a investir em mensagens de impacto através da utilização de imagens. O objetivo sempre foi motivar o interesse ambiental e conscientizar as pessoas. A ideia de disseminar campanhas deu tão certo que até hoje o Greenpeace investe neste tipo de mídia que tem alcance e reconhecimento mundial. A sua reputação é tão grande que a organização virou referência tratando-se do meio ambiental. Por estes e outros fatores, diversas conquistas foram alcançadas pelo grupo em prol do meio ambiente.



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Festival Rock in Rio aposta em iniciativas sustentáveis.

Transformar o mundo em um lugar melhor é um dos valores apresentados pela marca Rock in Rio. Desde o ano 2001 este evento vem apresentando ações que tragam benefícios para a comunidade global. Nas edições anteriores do Brasil, Espanha e Portugal o foco era voltado para a responsabilidade social e agora, em 2011, o escopo foi ampliado para a gestão de resíduos gerados antes, durante e depois do evento.

Além disso, uma outra novidade é a chegada de mais um selo verde no Brasil, o 100R, que foi trazido da Europa pelo Rock in Rio. Esta certificação foi criada pela instituição portuguesa Sociedade Ponto Verde, que é parceira do eventos desde 2006, ano em que a preocupação com a compensação de carbono passou a fazer parte da agenda do festival. No Brasil a organização será responsável por treinar profissionais que fiscalizarão se as medidas exigidas pelo selo estão sendo compridas ou não.

O desafio para os organizadores é envolver fornecedores e parceiros, responsáveis pela maioria das emissões de carbono. “O plano de sustentabilidade do Rock in Rio fez parte da internacionalização do festival. Em Portugal, no ano de 2006, não tínhamos ainda a experiência para mensurar o impacto da produção dos resíduos do evento. Já na edição de 2008, pudemos avaliar os resultados, criar um manual de boas práticas e traçar um plano estratégico neste sentido”, explica a Vice Presidente do Rock in Rio, Roberta Medina.

Incentivos para parceiros

Para alcançar a meta estabelecida de dar o destino correto a 100% dos resíduos, os parceiros e fornecedores concorrem ao prêmio “Atitude Sustentável Rock in Rio”. Cada restaurante, ponto de venda e lojista que se destacar na sua categoria, promovendo a coleta seletiva e reduzindo ao máximo a produção de detritos receberá uma homenagem no palco Mundo após o encerramento do evento.

A premiação foi criada em 2010, em Portugal, quando o festival conseguiu reciclar 48% dos detritos, superando o resultado de 3% alcançado em 2006. Há uma preocupação muito grande com a limpeza também antes e após o festival. “Segundo uma pesquisa que realizamos, apenas 30% dos resíduos são gerados durante os shows. Os outros 70% fazem parte do monte e desmonte das estruturas de apoio”, diz Roberta Medina, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Buscando envolver também a comunidade em sua empreitada sustentável, o Rock in Rio conta ainda com a parceria da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), do Rio de Janeiro. O material reciclável recolhido será enviado para a cooperativa de catadores Barracoop, gerando renda para estes profissionais.

Incorporando a sustentabilidade

Outra preocupação da organização do Rock in Rio é como educar os consumidores a realizarem o descarte correto de resíduos e embalagens. A Cidade do Rock contará com 600 contêineres com cores diferentes para estimular a separação entre lixo orgânico e reciclável. Após o fim do evento, os recipientes serão distribuídos para comunidades cariocas que possuam Unidades de Polícia Pacificadora.

As atenções também estão voltadas para as guimbas de cigarro. Em parceria com o movimento “Rio eu amo, eu cuido”, a organização do Rock in Rio distribuirá 10 mil porta-guimba personalizadas para os fumantes. A ação contará ainda com a participação de 10 mímicos, que promoverão atividades conscientizando os presentes a não abandonarem as sobras de cigarro no chão.

Dando continuidade à meta de reciclar 100% dos resíduos e como parte do apoio ao social, o lixo orgânico também será reaproveitado. Os detritos serão transformados em biomassa e enviados para substituir o combustível fóssil em duas fábricas de cerâmica do interior do estado do Rio de Janeiro, nas cidades de Três Rios e Itaboraí.

A própria estrutura do festival apoiará o plano de sustentabilidade. Ao todo, serão utilizados oito mil metros de lonas confeccionadas com fibras de garrafas pet, que também poderão ser reaproveitadas. Já a grama que recobre o parque olímpico da Cidade do Rock é sintética, com o objetivo de reduzir o consumo de água, proveniente de uma estação de reuso no bairro carioca da Penha.




terça-feira, 13 de setembro de 2011

Siemens lança blog para discutir iniciativas sustentáveis

A empresa Siemens acaba de lançar um novo blog chamado “Respostas sustentáveis” neste, serão discutidos temas como por exemplo, energias renováveis, eficiência energética, urbanização e outros desafios enfrentados pelas grande metrópoles.

Este espaço tem como objetivo tornar disponível algumas informações sobre iniciativas que já foram realizadas no Brasil e no mundo, exemplos do cotidiano dos leitores e ideias inovadoras que amenizam problemas dos grandes centros urbanos.

Esta ação faz parte da estratégia global da empresa de abordar temas que desafiam as grandes cidades. Sendo estes, eficiência energética, cidades sustentáveis, produtividade industrial, e acessibilidade e personalização dos cuidados com a saúde. Os meios de divulgação utilizados para o blog foram spots de rádio, link patrocinados no Google e ações nas mídias sociais.



segunda-feira, 12 de setembro de 2011


Vertbike realiza mais uma ação

No último Sábado (11 de setembro), a Vertbike realizou mais uma ação. Desta vez os veículos de baixo impacto ambiental circularam na cidade de Porto Alegre.
A ação foi realizada no parque harmonia, dentro do tradicional acampamento farroupilha.
O anunciante da vez foi a Construtora Tenda, que através da Vertbike comunicou o lançamento do empreendimento Campo Belo.
A ação cumpriu os objetivos esperados, com um belo dia de sol na capital gaúcha, diversas pessoas interagiram, tiraram fotos e se animaram com a circulação das bikes pelo parque.







sexta-feira, 9 de setembro de 2011


Bahia terá estádio equipado com painéis solares para a Copa de 2014.
   
O estádio Pituaçu, localizado na Bahia, sofrerá reformas para a copa de 2014. O local será equipado com placas solares que possuem capacidade de gerar energia suficiente para suprir as necessidades do complexo esportivo e ainda comercializar eletricidade para abastecer  outras edificações.
Devido a uma parceria entre empresas privadas, especialistas no desenvolvimento de tecnologias de obtenção de energia alternativa e o governo da Bahia, o projeto foi desenvolvido. A empresa brasileira Ecoluz, jutamente com a empresa alemã  Gehrlicher, venceram a licitação feita pela Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) e se comprometeram a entregar a obra até o final de 2011.
As palcas solares serão instaladas em uma área de 3.600 metros quadrados. A maior parte do estádio será equipada com placas de silício amorfo e o restante será silício cristalino. A mescla foi projetada com o intuito de garantir maior aproveitamento e durabilidade à estrutura.
Esta estrutura, além de proporcionar energia limpa, ela pode servir como fonte de estudos para que a tecnologia seja aprimorada e melhor adaptada à realidade brasileira. Ainda assim, os custos altos dificultam de certa forma a utilização desta tecnologia em território nacional. Ana Christina Mascarenhas, assessora de Eficiência Energética da Coelba explica que: “Projetos de energia solar como esse ainda não são viáveis no Brasil, mas são importantes para a gente dominar essa tecnologia e desenvolver conhecimento e mão de obra capacitada”.
O estádio que será usado na Copa do Mundo de 2014, irá gerar 630 MWh/ano. A estrutura irá usar 400 MWh/ano e o restante deve ser distribuído pela Coelba. Os custos da obra são R$ 5,5 milhões que serão pagos pela concessionária e pelo governo estadual.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

300 bicicletas foram distribuídas pelo governo em programa educacional no DF

Estudantes do Recanto das Emas, região administrativa do Distrito Federal (DF), receberam na última semana, 300 bicicletas para ir à escola e voltar. A iniciativa é parte do programa Caminho da Escola – Bicicleta Escolar do DF, lançado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e pelo governador Agnelo Queiroz nos centros de Ensino Médio 804 e 111. O objetivo é facilitar o percurso de ida e volta de alunos que residem a até sete quilômetros de distância da escola.

“O Distrito Federal é o primeiro do país a aderir ao Programa Bicicleta Escolar. Com esse meio de transporte, estamos estimulando os alunos a andar de bicicleta. Além de ser um instrumento saudável, que estimula a prática de atividade física, a bicicleta não polui o meio ambiente”, disse Agnelo.

Para o ministro Fernando Haddad, a adoção do programa é uma forma de mostrar ao país que os brasilienses têm maturidade no trânsito. “Com essa iniciativa, vamos facilitar o acesso dos estudantes à escola e cultivar o respeito dos motoristas pelos ciclistas.”

Maria Eduarda, de 16 anos, cuja casa fica a cinco quilômetros do Centro de Ensino Médio 804, onde estuda, ressaltou que, com o programa, haverá melhora de vida para os estudantes. “É muito bom receber uma bicicleta para ir à escola, pois eu sempre ia a pé e demorava, em média, 20 minutos para chegar. De bicicleta, levarei uns dez minutos, ganharei resistência e melhora de vida”, disse ela.

As bicicletas do programa são amarelas, têm detalhes em preto e estão sendo entregues com o capacete, para garantir a segurança do ciclista. Para receber a bicicleta, o aluno firma um termo de compromisso no qual se responsabiliza pelo uso e pela conservação dos equipamentos, pois, no fim do ano, terá que devolvê-los à escola, que os repassará a outro estudante.

O Recanto das Emas foi a região administrativa escolhida o para início da distribuição das bicicletas porque tem 36 quilômetros de ciclovia. Até o fim deste ano, o programa distribuirá, em todo o Distrito Federal, inclusive na zona rural, cerca de três mil bicicletas.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011


Estudantes constroem casa sustentável em comunidade nos EUA.

O estúdio de arquitetura DesignBuildBLUFF é uma organização sem fins lucrativos que constrói casas ambientalmente corretas para moradores da comunidade Navajo, nos EUA. Os voluntários são alunos de arquitetura, que tem como foco as causas sociais e  estão abertos a ajudar as comunidades carentes.
No ano de 2009, o projeto auxiliou através da construção de uma casa, uma família de 5 pessoas: mãe e 4 filhos. Eles conseguiram fugir do pai que era alcoolátra, mas acabarm encontrando dificuldade para arranjar emprego e moradia.  Por um longo período, eles moraram em uma cabana apertada, com apenas 4,5 metros de largura. Camas, um pequeno fogão e uma geladeira eram os utensílios que cabiam no local.
Por meio da boa vontade e disposição de 18 jovens voluntários, estudantes de arquitetura e Planejamento da Universidade de Utah, nos Estados Unidos,  a realidade desta família pode ser transformada.
A casa construída possui um pouco menos de 92 metros quadrados e foi construída dentro de padrões sustentáveis, que a deixaram completamente eficiente e cooperam para uma melhor qualidade de vida dos moradores. O sistema do fogão a lenha que foi instalado na casa possui reaproveitamento de calor para o aquecimento da casa, já que, ela está localizada no deserto  e o inverno nesta região é bastante rigoroso.
Pensando na redução de consumo energético, os estudantes utilizaram sistemas de obtenção energética limpa para toda a casa. Painéis solares, por exemplo, foram instalados com o objetivo de esquentar água e armazenar o calor do sol.
Os voluntários colocaram mesmo a mão na massa para a construção deste lar. Estudaram a sua disposição para que conseguissem tornar a residência mais eficiente diante das condições climáticas do local. Por este motivo, a construção não conta com aparatos tecnológicos e todo o seu projeto contou apenas com estudos sobre o sol, o uso da Madeira e brises.
Toda estética da casa foi pensada seguindo os padrões culturais da Reserva Navajo, dessa forma, ela possui uma aparência rústica semelhante a um celeiro. Os arquitetos tiveram muito cuidado ao pensar em toda construcão, inclusive em relação ao nível entre a construção e o chão. Por isso, a casa possui um espaço de mais ou menos 1 metro que permite a passagem de areia, ao invés de deixá-la acumulada ao redor das paredes quando os ventos fortes sopram. Além disso, este vão também incentiva a ventilação natural na residência.  
A parte externa da casa é constituída de materiais de origem reciclada, como por exemplo, postes de Madeira, revestimento em folhas de alumínio e pallets reconstruídos. E para fechar com chave de ouro toda a beleza desta casa sustentável, a pintura dela foi realizada com tinta natural feita de barro.