terça-feira, 27 de dezembro de 2011

IPVA reduzido para carros que causarem menos poluição.

O secretário de Estado de Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, anunciou em coletiva à imprensa, na última segunda-feira (26), a criação da Nota Verde para os veículos novos mais eficientes no controle da emissão de gases.

Com a medida, o carro poderá ter desconto no IPVA. Segundo Minc, o benefício entrará em vigor em 2013. De acordo com o portal G1, o secretário confirmou que o governador Sérgio Cabral já autorizou a Nota Verde.
Minc anunciou também que a partir de 1º de janeiro, os carros que estiverem emitindo grandes volumes de gases poluente pelas ruas do Rio de Janeiro serão tirados de circulação. O motorista terá 30 dias para enquadrem seus veículos às normas de emissão de gases poluentes, antes de sofrerem a punição definitiva.

De acordo com o presidente do Detran-RJ, Fernando Avelino, no primeiro momento, a ação será aplicada apenas aos quase 50 mil veículos considerados mais poluidores – equivalente a cerca de 10% da frota fluminense de 400 mil veículos com índices de poluição considerados reprovados pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

A presidente do Inea, Marilene Ramos, explicou que, até 2016, a meta é tirar de circulação 100% dos carros poluidores. "Isto é uma evolução. Autoridades do Espírito Santo e do Distrito Federal já entraram em contato para conhecer nosso sistema".

Com 5 milhões de veículos automotores licenciados em 2010, o Estado do Rio de Janeiro vem registrando uma elevação de 225 mil veículos por ano em sua frota nos últimos dez anos. São cerca de 1,8 bilhão de toneladas de monóxido de carbono emitidas para a atmosfera todos os anos. Informações do Governo do Rio de Janeiro, da Agência Brasil e do G1.



quinta-feira, 15 de dezembro de 2011


Skate sustentável chega ao Brasil.

Usar o skate para o lazer e como meio de transporte é demonstrar consciência em relação aos cuidados com o meio ambiente. E, para conseguir atender o público que busca uma atitude sustentável também no consumo, a Legends Skateboards traz para o Brasil a linha de shapes da BambooSK8, uma marca de skates de alta qualidade, cujos modelos são fabricados com bambu sustentável retirado de florestas renováveis.

O bambu é considerado um material essencial para a sustentabilidade. Os motivos que o tornam tão importantes vão desde a sua resistência e baixos preços, até a sua importante contribuição ambiental, por sequestrar altas taxas de carbono.

Nas pesquisas para o desenvolvimento do shape mais adequado quanto à resistência, durabilidade, leveza e “pop”, a BambooSK8 obteve melhor resultado com um shape híbrido, com 70% de bambu e 30% de maple, obtendo assim um compromisso entre sustentabilidade e desempenho.

Além do shape, a cola utilizada na fabricação dos skates é a base de água, eliminando a emissão de gases na atmosfera. Os restos de bambu gerados na fabricação dos shapes são utilizados para a fabricação de outros produtos, reduzindo o despejo de lixo nos aterros sanitários.

Os oito modelos da linha BambooSK8 estão à venda na Legends Skateboards com preços à partir de R$ 350,00.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011


Maior floresta vertical do mundo.

Duas torres residenciais, sustentáveis e inovadoras estão em construção em Milão, Itália. Com 110 e 76 metros de altura, o Bosco Verticale, ou bosque vertical, é um projeto único. O que define e diferencia a torre de Milão é que será a primeira floresta vertical do mundo, com cada apartamento com uma varanda com árvores plantadas. No verão, as árvores irão sombrear as janelas e filtrar a poeira da cidade, no inverno, o sol irá brilhar através dos ramos nus.
Os dois prédios serão cobertos por um sistema que otimiza, recupera e produz energia, ao mesmo tempo que filtra a poluição do ar.
O projeto está em fase de construção no bairro de Isola e tem por objetivo fazer frente ao crescimento urbano e à ausência da natureza na cidade. As torres terão sistemas de energia eólica e fotovoltaica para aumentar o grau de autossuficiência energética e a irrigação será feita pelo reaproveitamento da água cinzenta produzida pelo edifício.
"É um projeto de reflorestação metropolitana, que contribui para a regeneração do ambiente e biodiversidade urbana sem a implicação de expandir a cidade sobre o território. Ao longo dos edifícios vão existir 900 árvores, juntamente com outros tipos de vegetação e plantas, que vão ajudar à criação de um microclima e a filtrar as partículas contaminadas do ar. A diversidade de plantas e as suas características produzem umidade, absorvem CO2 e as partículas sujas, produzindo, assim, oxigênio e protegendo da radiação e da poluição acústica, promovendo a melhoria da qualidade de vida e o armazenamento de energia", explica Stefano Boeri, arquiteto responsável pelo projeto.
Boeri argumenta que esta é uma resposta necessária à expansão da cidade moderna. O Bosco Verticale é o primeiro elemento na proposta BioMilano, em que um cinturão verde será criado ao redor da cidade e 60 fazendas abandonadas na periferia serão restauradas para uso da comunidade.



terça-feira, 6 de dezembro de 2011


            Brasileiros exigem transparência do governo para melhor desempenho ambiental.

Em setembro, oito governos se reuniram em Nova York para o lançamento do Open Government Partnership (OGP), uma nova iniciativa multilateral para fortalecer a transparência, a participação cidadã, responsabilidade e compartilhamento de novas tecnologias e inovação. Os governos, brasileiro e dos EUA, levaram a iniciativa como membros fundadores. O trabalho envolve também os governos da Indonésia, México, Noruega, Filipinas, África do Sul, e no Reino Unido.
Para aderir a este clube, os governos devem se comprometer com a transparência fiscal através de publicações oportunas dos documentos orçamentários e um sistema de orçamento aberto, uma lei sobre acesso à informação, as regras para a divulgação pública de rendimentos e bens dos funcionários eleitos e oficiais, e a participação dos cidadãos e engajamento em formulação de políticas e proteção da liberdade civil. Outros 22 países já aderiram à parceria, elevando o total de nações participantes para 36.
Como co-presidente, o Brasil deve assumir compromissos fortes para fortalecer a transparência e a participação da sociedade civil. Na reunião de julho da OGP 12, a secretária de Estado Hillary Clinton elogiou a liderança do Brasil na iniciativa, e destacou que o Brasil "tem sido um líder na criação de métodos inovadores para tornar a obra de seu governo mais aberto e acessível a seu povo". No entanto, o Brasil ainda não foi bem sucedido em passar uma lei de acesso à informação e que o país tem muito a fazer para assegurar maior transparência. Um país onde o crescimento econômico sustentável depende da proteção e cuidado do meio ambiente poderia ajudar esses compromissos a melhorar o desempenho ambiental do Brasil?
O rápido crescimento econômico do país trouxe inúmeros desafios da sustentabilidade e as organizações locais da sociedade civil criticaram o governo por sua busca por grandes projetos de infraestrutura na Amazônia. Projetos de alto perfil, como a Usina de Monte Belo, tem falta de transparência no processo de licenciamento ambiental, especificamente no que diz respeito à informação sobre como os impactos foram avaliados e sobre as medidas de mitigação a ser implementadas. Além disso, o novo Código Florestal, em discussão no Congresso, pode enfraquecer a proteção contra o desmatamento se a consulta com a sociedade civil e os biólogos não tiver lugar no processo de alteração do Código.
O bom governo é crucial para a proteção ambiental. Quando as pessoas têm acesso a informações sobre o ambiente (e sobre as mudanças para o ambiente), eles podem tomar melhores decisões sobre como se manter saudável, onde encontrar comida e água, e como ganhar a vida. Além disso, o engajamento com a sociedade civil durante o processo de tomada de decisão melhora a proteção ambiental, permitindo que os governos tomem melhores decisões sobre como usar os recursos naturais e mitigar os impactos prejudiciais.
A iniciativa Access do World Resources Institute, uma rede de organizações da sociedade civil que trabalham sobre a democracia ambiental, organizou a campanha Three Demands, em que os países fazem exigências de seus respectivos governos para compromissos na Rio +20, em 2012. Com base na demanda da Coalizão da Sociedade Civil brasileira, aqui estão alguns passos para o Brasil melhorar seu desempenho ambiental através do bom governo. Algumas dessas ações já começaram sob a OGP: incentivar a participação da sociedade civil na tomada de decisões de processos que possam impactar o meio ambiente; responder às preocupações sobre os investimentos do Banco de Desenvolvimento brasileiro e dar acesso ao direito de informação e informação ambiental disponível online. Este artigo foi escrito por Catarina Freitas, do Programa Instituições e Governança do WRI.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011


Copos de café feitos de resina de milho são compostáveis.

Na sociedade contemporânea é cada vez mais comum o desenvolvimento de produtos sustentáveis. Agora é a vez das louças ecológicas. A empresa de Los Angeles Repurpose Compostables decidiu criar canecas a base de plantas, que além de serem não tóxicas, podem se decompor em até 90 dias. Os copos de café são produzidos com resinas à base de milho e soja.
Sua fabricação é completamente consciente em relação a preservação ambiental, visto que, utiliza menos CO2 na produção. Para promover a novidade dos copos de café compostáveis, a empresa irá lançar uma campanha no facebook chamada “Repurpose This!” para incentivar as pessoas a compartilhar fotos de criações pessoais feitas a partir de materiais reaproveitados, premiando os melhores. Uma excelente maneira de divulgar o trabalho e incentivar o pessoal a colaborar de forma sustentável.


terça-feira, 8 de novembro de 2011


Bicicletas feitas de garrafas PET
Já faz algum tempo que o artista plástico uruguaio Juan Muzzi, vem pensando na ideia de fabricar uma bicicleta a partir de plásticos de garrafas pet. Este sonhou se tornou realidade há um ano e meio atrás e desde então, as bicicletas veem sendo produzidas sob encomenda na cidade de São Paulo.
Cerca de 2500 pessoas aguardam na lista de espera para ter uma bici sustentável, que será fabricada somente após o pedido. Um dos motivos para a grande procura está o fato de que a bike é mais resistente, fexível e barata. E, além disso, o plástico não enferruja, possui amortecimento natural e sua fabricação consegue transformar resíduos sólidos em um novo produto, beneficiando o meio ambiente.
Investimento e dedicação durante alguns anos foram necessários para que fosse possível concretizar este modelo de bike. O trabalho teve início com o recolhimento de plásticos feitos por ONGs, que vendem as sucatas para uma empresa especializada em triturar o material. Os detritos são vendidos para a empresa de moldes Imaplast, dirigida por Muzzi.
Durante este processo de produção, o plástico granulado é misturado a outras substâncias químicas e injetado em um molde de aço. O tempo para produzir um quadro da bici é de apenas 2 minutos e meio e, quando é feito somente de garrafa PET, são utilizadas 200 garrafas.
As bikes podem ser encomendadas através do site Muzzicycles e podem custar até R$ 3 mil. Muzzi está pensando em desenvolver para o próximo ano bicicletas para os baixinhos,  e também cadeira de rodas que serao doadas, desde que a pessoa se encarregue de levar o material plástico.
Países como Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demonstraram interesse em encomendar magrelas de plástico reciclado. Quem tiver interesse pode enviar o pedido preenchendo um formulário no site e aguardar o contato da empresa.


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Brasil reciclou 97,6% das latas de alumínio vendidas em 2010

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas) e a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) divulgaram nesta quinta-feira (27) , em Brasília, o novo índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas, que, pelo décimo ano consecutivo, é o maior do mundo. O país reciclou 239,1 mil toneladas de latas de alumínio para bebidas, das 245 mil toneladas disponíveis no mercado em 2010. Com isso, a reciclagem atingiu 97,6% das latas comercializadas, o equivalente a 17,7 bilhões de unidades.

O diretor executivo da Abralatas, destaca que a indústria fabricante de latas de bebidas tem acompanhado o aumento da demanda, com investimentos de mais de US$ 765 milhões. “Esses investimentos aumentarão em 50 % a atual capacidade instalada do setor, elevando-a para 25 bilhões de latas/ano”.

Para o coordenador da Comissão de Reciclagem da ABAL, o resultado superou as expectativas do setor. “O índice de reciclagem de 2010 foi muito próximo ao recorde de 98,2% atingido em 2009, mostrando a maior eficiência da reciclagem, que absorveu e acompanhou o significativo incremento da produção e comercialização de latas de alumínio. É um feito para se comemorar, pois ratifica a hegemonia do País no cenário mundial da reciclagem”.

Vantagens socioeconômicas e ambientais

A reciclagem de latas de alumínio para bebidas movimentou no ano de 2010 cerca de R$ 1,8 bilhão. Somente a etapa de coleta injetou R$ 555 milhões na economia nacional, o equivalente à geração de emprego e renda para 251 mil pessoas.

Além dos benefícios sociais e econômicos, a reciclagem de latas de alumínio também favorece o meio ambiente. O processo de reciclagem utiliza apenas 5% da energia elétrica e libera somente 5% das emissões de gás de efeito estufa quando comparado com a produção de alumínio primário.


sexta-feira, 28 de outubro de 2011


15 dicas para um planeta mais cuidado.
 
Ser “verde" não precisa ser uma tarefa difícil, nem significar mudanças drásticas na sua vida. Coisas simples podem fazer a diferença. Algumas mudanças que podem ser aplicadas à rotina sem muito esforço.
- Troque suas lâmpadas comuns por uma fluorescente. Se cada família substituir uma lâmpada regular por uma lâmpada fluorescente compacta, a redução da poluição seria equivalente à remoção de um milhão de carros das estradas. Caso não goste da cor da luz, use em closets, lavanderias e outros lugares onde não o incomode tanto.

- Ao desligar o computador em vez de deixá-lo em modo de suspensão, você pode economizar de 40 watts-hora por dia. Se não quiser esperar seu computador iniciar, configure-o para ligar automaticamente alguns minutos antes de começar a trabalhar.

- Não pré-aqueça o forno, a menos que você esteja fazendo pão ou bolos. Ligue-o somente quando colocar o prato dentro. Ao verificar seu alimento, olhe através da janela do forno ao invés de abrir a porta.

- Recicle o vidro. Vidro reciclado reduz a poluição do ar em 20% e a poluição da água em 50%. Se não for reciclado, pode demorar um milhão de anos para se decompor no meio ambiente.

- Use fraldas de tecido. Até o momento em que uma criança é treinada a ir ao banheiro, ela usa entre cinco e oito mil fraldas, somando milhões de toneladas de resíduos em aterros sanitários a cada ano. Ao utilizar uma fralda de pano ou outro modelo mais ecológico, o impacto será muito mais suave para o planeta.

- Use varal para secar suas roupas. Ao utilizar o varal, suas roupas vão manter a cor e a forma e irão durar muito mais tempo. Além disso você economiza dinheiro ao economizar energia e ajuda o meio ambiente.

- Evite fazer refeições a base de carne, isso ajuda o planeta e sua dieta. Por exemplo: são necessários mais de nove mil litros de água para produzir meio quilo de carne bovina. Além disso, poupa-se algumas árvores. Para cada hamburger originado de animais criados em terras da floresta, cerca de 55 m2 foram destruídos.

- Tome banhos mais curtos. A cada dois minutos que você diminui no banho podem ser economizados mais de 37 litros de água.

- Lembre-se da quantidade de poluição gerada para trazer o alimento da fazenda para sua mesa. Sempre que possível, compre de agricultores locais ou mercados de agricultores, apoiando a economia local e reduzindo a quantidade de gases do efeito estufa emitidos quando os produtos são transportados por caminhão.

- Considere a compra de itens de uma loja de segunda mão. Brinquedos, bicicletas, patins, podem ser encontrados em lojas deste tipo. Muitas vezes esses itens são vendidos em excelentes condições, uma vez que são usados ​​por um período curto de tempo.

- Se tiver jardim, regue suas plantas ou gramado no início da manhã antes que qualquer umidade seja perdida por evaporação. Se tiver alguma erva daninha, trate-a com vinagre.

- Sempre desligue as lâmpadas incandescentes quando sair de uma sala. As lâmpadas fluorescentes são mais afetadas pelo número de vezes que é ligada e desligada, então desligue quando sair de uma sala por 15 minutos ou mais. Deste modo, a energia da lâmpada em si é economizada, e os custos de resfriamento também.

- Veja com seu empregador se você pode trabalhar em casa uma parte da semana. Deste modo economiza-se dinheiro, gasolina e diminui o número de carros nas ruas contribuindo com o trânsito de sua cidade.

- Lava rápido de carros profissional geralmente são mais eficientes no consumo de água. Caso prefira lavar em casa utilize panos úmidos e um balde d’água.

- Antes de jogar algum item fora, pense se alguém está precisando dele. Doe para uma organização de caridade ou ofereça em um site projetado para conectar pessoas e coisas.

Fonte: 50 ways to help.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011


Plano de conservação para animais ameaçados de extinção.
Izabella Teixeira, atual ministra do meio ambiente, anunciou o plano de conservação de 220 espécies que estão ameaçadas de extinção. Esta declaração aconteceu na última semana e o projeto deve ser finalizado até o final deste ano.

A lista vermelha hoje, é composta por 627 animais que correm risco de serem extintos. Sendo assim, o plano mais imediato de governo não abrange todas as espécies ameaçadas. Para um projeto maior a promessa de conclusão fica para o ano de 2014.

Durante a sua declaração a ministra apontou 3 pontos como sendo os principais desafios de conservação. O primeiro deles seria o desenvolvimento de uma estratégia com o nome “agenda 2020” e deve ser apresentado no ano de 2012, ano em que a Conferência  Climática da ONU, Rio +20, terá o Brasil como sede.

A outra preocupação do ministério é o conseguir integrar os estados às políticas nacionais de preservação das espécies ameaçadas. Para que isso possa serfeito, os governos estaduais precisam impor regras para a conservação de toda a biodiversidade, já que atualmente a maior parte das espécies resguardadas está em reservas nacionais.

O terceiro ponto inclui a ciência e prevê que os trabalhos de gestão ambiental sejam feitos em parceria com o desenvolvimento tecnológico. Utilizando os dois segmentos de maneira a acrescentarem e darem suporte um ao outro.

Izabella falou também sobre as alterações no código florestal, que podem contribuir de mandeira positiva para o cuidado com as espécies em extinção. Além disso, ela alegou que a proposta oferece incentivos aos proprietários que criarem areas de preservação em seus terrenos. A ministra diz que a votação, que gera polêmicas a um ano, sera finalizada até o final de 2011.         


segunda-feira, 10 de outubro de 2011


Designer holandês desenvolve bicicleta de madeira.

O designer holandês Jan Gunneweg utiliza a madeira para a criação de objetos sustentáveis.  O prazer por trabalhar com a madeira o incentivou a criar coisas diferentes como por exemplo, óculos e ultimamente uma bicicleta feita inteirinha de madeira.

Tudo bem que nos dias de hoje ver um quadro de bike feito de madeira não é nenhuma novidade porém, o grande diferencial desta criação é o fato de o designer ter ido um pouco mais além e projeto inclusive o aro da bicicleta com esta matéria prima natural. O projeto foi desenvolvido todo por Jan de forma artesanal.

Para que fosse Possível transformar esta ideia em realidade o designer teve que passar por alguns desafios, como por exemplo, adequar a grossura da madeira aos moldes da roda. O resultado de diversas experimentações foi uma bici confortável, eficiente e bonita, que pesa em torno de 15 quilos.

Da mesma forma que a madeira, o bambu, que também é utilizado para fabricar bicicletas, são matérias primas capazes de tornar o ciclismo ainda mais sustentável.  Tudo isso pelo simples fato de que estes materiais, em sua essência,  causam menor impacto ao meio ambiente e também são itens de fácil manufatura, que acabam estimulando os trabalhos artesanais.

O designer ainda não divulgou o valor de sua bicicleta, mas ela deve começar a ser vendida na internet  ainda neste mês. Fora isso, outras bicicletas que também são produzidas com quadro de madeira, podem ser adquiridas no site de Jan Gunneweg.



quinta-feira, 6 de outubro de 2011


Rio de janeiro investe em Museu Sustentável.

O Rio de Janeiro está investindo em sustentabilidade em seus centros culturais. Esta nova idéia beneficiará primeiramente o Museu da Imagem e do Som (MIS) e o Museu do Amanhã.

Os dois espaços foram desenvolvidos pelos escritórios de arquitetura dos brasileiros Elizabeth Diller e Ricardo Scofidio e do espanhol Santiago Calatrava. Como estão em processo de certificação LEED, estes projetos foram apresentados como cases na conferência Greenbuilding Expo Brasil.

O MIS está em construção pela segunda vez. O primeiro prédio foi demolido de forma eficiente, dando agora espaço para a nova sede que será na Av. Atlântica. E torno de 99,81% dos materiais resultantes da demolição serão reaproveitados ou reciclados. Na data atual, a construção apresenta-se em fase de fundação e estrutura. Nesta etapa, todos os resíduos serão separados e direcionados para as recicladoras ou então enviados ao aterro.

A água resultante do rebaixamento do lençol também recebera tratamento especial para que não seja descartada em rede pública, resultando assim no carregamento de areia ou obstrução de tubulações. A princípio a previsão é de que as obras sejam concluídas na primeira metade de 2013.

O Museu do Amanhã está sendo construído na região dos portos do Rio de Janeiro. O projeto inclui a utilização de recursos naturais do local, como uso da água da Baía de Guanabara na climatização do interior do museu, e também no aproveitamento de energia solar.

A parte superior do prédio contará com estruturas metálicas que tem como objetivo gerar sombreamento em toda a cobertura do museu. Porém, sua principal função será servir de base para a inserção de placas fotovoltaicas. Esta estrutura terá movimentos programados para seguir o sol, o que aumentará a eficiência dos painéis solares.



terça-feira, 4 de outubro de 2011


Bicicletas abandonadas como forma de intervenção urbana.

As ruas de Toronto, no Canadá, ficaram mais coloridas devido a uma iniciativa de duas artistas, Caroline Macfarlane e Vanessa Nicholas. As meninas transformaram bicicletas abandonadas em pura arte.

A idéia deste projeto iniciou no momento em que apenas uma bicicleta que estava abandonada em um posto da cidade foi pintada de maneira diferente, com a cor vermelho neon, e uma cestinha, que foi instalada na parte da frente da bici e serviu como vaso para plantas.

Depois de passar por estas transformações a bicicleta foi colocada próxima a um poste na cidade.  O resultado desta intervenção foi um bilhete que solicita que a bike fosse removida do local ou então destruída. Esta situação gerou protestos, ganhou apoio de vários cidadãos e também de um vereador, dando início assim ao “ Projeto Bicicleta Boa ”, que levará o ideal a diversas partes da cidade.

Pintar as bicicletas e utilizá-las como forma de intervenção urbana, fez com que a sociedade repensasse diversos assuntos e passasse a enxergar esta expressão artística como solução para centenas de bicicletas abandonadas.

O prefeito da cidade, Rob Ford, não forneceu nenhum tipo de auxílio financeiro a esta causa, mas demonstrou interesse  pelo trabalho e contentamento com os impactos que as bicicletas terão para incentivar os debates sobre temas como planejamento urbano e arte.

Em pouco tempo Toronto estará repleto de bicicletas coloridas e equipadas com plantas e endereços de sites que incentivem a criatividade e a transformação da comunidade. As artistas mostram-se animadas com o fato de que outros jovens também abraçaram a causa e se uniram à esta, trabalhando na reinvenção estética das bicicletas abandonadas.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Inglês cria bicicleta reciclável para tentar reduzir o roubo.

O estudante Phil Bridge, de Stockport, Reino Unido, estava prestes a completar um curso de graduação de três anos em Design de Produto da Universidade de Sheffield Hallam quando criou uma bicicleta feita de papelão.

O estudante inglês, Phil Bridge, estava quase completando seu curso de graduação em de design de produto, quando através de uma pesquisa, avaliou que uma bicicleta é roubada a cada 71 segundos no Reino Unido e, por isso, teve a brilhante ideia de desenvolver uma bicicleta anti-roubo.

Além de ciclista, Philip é membro do Stockport bike club wills wheels e, em uma entrevista a BBC Radio Sheffield, explica o motivo de ter criado uma bicicleta reciclável:

“Eu estava olhando para bicicletas e como as pessoas a utilizam e um dos principais problemas me parecia que elas eram muito valiosas. As pessoas não querem investir em uma bicicleta que custa muito dinheiro e depois deixá-la na rua onde pode ser danificada ou roubada. Então meu objetivo principal era completamente desvalorizar a bike, transformando-a em algo que todos pudessem jogar fora, deixar em qualquer lugar e sem ter qualquer preocupação com isso.”

A bicicleta não é muito veloz e nem foi projetada para atingir altas performances. O criador explica que a bike foi desenvolvida para ser utilizada todos os dias, vagarosamente de um lado para o outro. Philip Bridge, diz ainda que a durabilidade desde meio de transporte depende do uso. Se ela for pouco utilizada é provável que dure para sempre, mas com o uso diário sua durabilidade pode se restringir a cerca de 6 meses.

O material que foi utilizado é grosso o suficiente para garantir a rigidez estrutural da bike que suporta até 76kg, o quadro de papelão – usado em embalagens industriais, custa em torno de seis dólares para ser feito. A parte mecânica, rodas e correntes, são iguais a qualquer outra bicicleta, garantindo um custo total de US$ 24.
Philip ainda acrescenta comentando que a bike é conceito e que o projeto precisa ser concluído. “O protótipo funciona, mas ainda é bastante limitado e existem alguns problemas", diz ele. Chuva, no entanto, não é uma delas, ele afirma”.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Greenpeace: 40 anos na luta pelo meio ambiente.

A organização ambientalista Greenpeace, considerada um dos grupos mais respeitados do mundo e referência nas questões ambientais, está comemorando 40 anos de existência.

A instituição iniciou seus trabalhos no ano de 1971, contando com 12 ativistas e um velho barco que saía de Vancouver, no Canadá com destino a ilha Amchitka, no Alasca. O objetivo desta viagem era impedir testes nucleares dos Estados Unidos. O Greenpeace conta hoje com 3 navios e o apoio de em média, 3 milhões de pessoas.

Esta primeira missão fracassou devido ao fato de que o barco foi interceptado antes de chegar ao destino final e por isso, os ativistas não conseguiram impedir que os EUA detonassem a bomba. Mesmo assim, a ação teve uma enorme repercussão e acabou influenciando a opinião pública a posicionar-se. O resultado foi que naquele mesmo ano os testes foram suspensos em Amchitka e, desde então, a organização vem crescendo e agregando novas parcerias e projetos por todo o mundo, com o apoio de seus escritórios espalhados por 40 países.

Na primeira missão foi definido o nome da organização. Como a viagem era feita por iniciativa própria, o grupo precisava arcar com todos os gastos que viriam a ter e, por isso, tiveram a ideia de vender um button com as palavras Green e Peace e, como elas não cabiam no objeto foi necessário juntá-las. Para Irving Stowe, um dos fundadores, a criação desta organização é considerada uma “viagem pela vida e pela paz”.

Com o passar do tempo, o Greenpeace começou a investir em mensagens de impacto através da utilização de imagens. O objetivo sempre foi motivar o interesse ambiental e conscientizar as pessoas. A ideia de disseminar campanhas deu tão certo que até hoje o Greenpeace investe neste tipo de mídia que tem alcance e reconhecimento mundial. A sua reputação é tão grande que a organização virou referência tratando-se do meio ambiental. Por estes e outros fatores, diversas conquistas foram alcançadas pelo grupo em prol do meio ambiente.



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Festival Rock in Rio aposta em iniciativas sustentáveis.

Transformar o mundo em um lugar melhor é um dos valores apresentados pela marca Rock in Rio. Desde o ano 2001 este evento vem apresentando ações que tragam benefícios para a comunidade global. Nas edições anteriores do Brasil, Espanha e Portugal o foco era voltado para a responsabilidade social e agora, em 2011, o escopo foi ampliado para a gestão de resíduos gerados antes, durante e depois do evento.

Além disso, uma outra novidade é a chegada de mais um selo verde no Brasil, o 100R, que foi trazido da Europa pelo Rock in Rio. Esta certificação foi criada pela instituição portuguesa Sociedade Ponto Verde, que é parceira do eventos desde 2006, ano em que a preocupação com a compensação de carbono passou a fazer parte da agenda do festival. No Brasil a organização será responsável por treinar profissionais que fiscalizarão se as medidas exigidas pelo selo estão sendo compridas ou não.

O desafio para os organizadores é envolver fornecedores e parceiros, responsáveis pela maioria das emissões de carbono. “O plano de sustentabilidade do Rock in Rio fez parte da internacionalização do festival. Em Portugal, no ano de 2006, não tínhamos ainda a experiência para mensurar o impacto da produção dos resíduos do evento. Já na edição de 2008, pudemos avaliar os resultados, criar um manual de boas práticas e traçar um plano estratégico neste sentido”, explica a Vice Presidente do Rock in Rio, Roberta Medina.

Incentivos para parceiros

Para alcançar a meta estabelecida de dar o destino correto a 100% dos resíduos, os parceiros e fornecedores concorrem ao prêmio “Atitude Sustentável Rock in Rio”. Cada restaurante, ponto de venda e lojista que se destacar na sua categoria, promovendo a coleta seletiva e reduzindo ao máximo a produção de detritos receberá uma homenagem no palco Mundo após o encerramento do evento.

A premiação foi criada em 2010, em Portugal, quando o festival conseguiu reciclar 48% dos detritos, superando o resultado de 3% alcançado em 2006. Há uma preocupação muito grande com a limpeza também antes e após o festival. “Segundo uma pesquisa que realizamos, apenas 30% dos resíduos são gerados durante os shows. Os outros 70% fazem parte do monte e desmonte das estruturas de apoio”, diz Roberta Medina, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Buscando envolver também a comunidade em sua empreitada sustentável, o Rock in Rio conta ainda com a parceria da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), do Rio de Janeiro. O material reciclável recolhido será enviado para a cooperativa de catadores Barracoop, gerando renda para estes profissionais.

Incorporando a sustentabilidade

Outra preocupação da organização do Rock in Rio é como educar os consumidores a realizarem o descarte correto de resíduos e embalagens. A Cidade do Rock contará com 600 contêineres com cores diferentes para estimular a separação entre lixo orgânico e reciclável. Após o fim do evento, os recipientes serão distribuídos para comunidades cariocas que possuam Unidades de Polícia Pacificadora.

As atenções também estão voltadas para as guimbas de cigarro. Em parceria com o movimento “Rio eu amo, eu cuido”, a organização do Rock in Rio distribuirá 10 mil porta-guimba personalizadas para os fumantes. A ação contará ainda com a participação de 10 mímicos, que promoverão atividades conscientizando os presentes a não abandonarem as sobras de cigarro no chão.

Dando continuidade à meta de reciclar 100% dos resíduos e como parte do apoio ao social, o lixo orgânico também será reaproveitado. Os detritos serão transformados em biomassa e enviados para substituir o combustível fóssil em duas fábricas de cerâmica do interior do estado do Rio de Janeiro, nas cidades de Três Rios e Itaboraí.

A própria estrutura do festival apoiará o plano de sustentabilidade. Ao todo, serão utilizados oito mil metros de lonas confeccionadas com fibras de garrafas pet, que também poderão ser reaproveitadas. Já a grama que recobre o parque olímpico da Cidade do Rock é sintética, com o objetivo de reduzir o consumo de água, proveniente de uma estação de reuso no bairro carioca da Penha.




terça-feira, 13 de setembro de 2011

Siemens lança blog para discutir iniciativas sustentáveis

A empresa Siemens acaba de lançar um novo blog chamado “Respostas sustentáveis” neste, serão discutidos temas como por exemplo, energias renováveis, eficiência energética, urbanização e outros desafios enfrentados pelas grande metrópoles.

Este espaço tem como objetivo tornar disponível algumas informações sobre iniciativas que já foram realizadas no Brasil e no mundo, exemplos do cotidiano dos leitores e ideias inovadoras que amenizam problemas dos grandes centros urbanos.

Esta ação faz parte da estratégia global da empresa de abordar temas que desafiam as grandes cidades. Sendo estes, eficiência energética, cidades sustentáveis, produtividade industrial, e acessibilidade e personalização dos cuidados com a saúde. Os meios de divulgação utilizados para o blog foram spots de rádio, link patrocinados no Google e ações nas mídias sociais.



segunda-feira, 12 de setembro de 2011


Vertbike realiza mais uma ação

No último Sábado (11 de setembro), a Vertbike realizou mais uma ação. Desta vez os veículos de baixo impacto ambiental circularam na cidade de Porto Alegre.
A ação foi realizada no parque harmonia, dentro do tradicional acampamento farroupilha.
O anunciante da vez foi a Construtora Tenda, que através da Vertbike comunicou o lançamento do empreendimento Campo Belo.
A ação cumpriu os objetivos esperados, com um belo dia de sol na capital gaúcha, diversas pessoas interagiram, tiraram fotos e se animaram com a circulação das bikes pelo parque.







sexta-feira, 9 de setembro de 2011


Bahia terá estádio equipado com painéis solares para a Copa de 2014.
   
O estádio Pituaçu, localizado na Bahia, sofrerá reformas para a copa de 2014. O local será equipado com placas solares que possuem capacidade de gerar energia suficiente para suprir as necessidades do complexo esportivo e ainda comercializar eletricidade para abastecer  outras edificações.
Devido a uma parceria entre empresas privadas, especialistas no desenvolvimento de tecnologias de obtenção de energia alternativa e o governo da Bahia, o projeto foi desenvolvido. A empresa brasileira Ecoluz, jutamente com a empresa alemã  Gehrlicher, venceram a licitação feita pela Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) e se comprometeram a entregar a obra até o final de 2011.
As palcas solares serão instaladas em uma área de 3.600 metros quadrados. A maior parte do estádio será equipada com placas de silício amorfo e o restante será silício cristalino. A mescla foi projetada com o intuito de garantir maior aproveitamento e durabilidade à estrutura.
Esta estrutura, além de proporcionar energia limpa, ela pode servir como fonte de estudos para que a tecnologia seja aprimorada e melhor adaptada à realidade brasileira. Ainda assim, os custos altos dificultam de certa forma a utilização desta tecnologia em território nacional. Ana Christina Mascarenhas, assessora de Eficiência Energética da Coelba explica que: “Projetos de energia solar como esse ainda não são viáveis no Brasil, mas são importantes para a gente dominar essa tecnologia e desenvolver conhecimento e mão de obra capacitada”.
O estádio que será usado na Copa do Mundo de 2014, irá gerar 630 MWh/ano. A estrutura irá usar 400 MWh/ano e o restante deve ser distribuído pela Coelba. Os custos da obra são R$ 5,5 milhões que serão pagos pela concessionária e pelo governo estadual.