terça-feira, 31 de janeiro de 2012


Guard-rail da ciclovia da Ipiranga vai usar plástico reciclável para minimizar impactos.

O guard-rail da ciclovia da Avenida Ipiranga, em Porto Alegre, vai usar plástico reciclável. O material servirá para minimizar impactos. A definição do projeto ocorreu na manhã desta segunda-feira. O trabalho é do arquiteto Rodrigo Troyano e havia sido pré-selecionado entre 37 projetos enviados para o Instituto dos Arquitetos do Brasil no Rio Grande do Sul (IAB-RS). Ao fim do concurso, foi selecionado por uma comissão entre três finalistas. O resultado da votação foi unânime. O arquiteto vencedor receberá em torno de R$ 4,5 mil referentes a 40 horas de trabalho.


Pelo projeto selecionado, cada metro do guard-rail vai custar R$ 150. A estimativa é que o investimento total com a proteção seja de aproximadamente R$ 1,9 milhão. A instalação deve começar ao longo do mês de fevereiro. 


O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, ficou satisfeito com o modelo de guard-rail escolhido. 


O custo de R$ 150 por metro era um dos critérios para que os projetos fossem apresentados. Além disso, teria de ser com um material de fácil obtenção, com mais de um fornecedor, para que a EPTC possa adquirir no mercado e fazer a manutenção quando houver necessidade — disse Cappellari — O projeto pode passar por alguns ajustes, mas faremos reuniões técnias para concluir tudo o mais rápido possível — concluiu. 


A escolha do guard-rail ocorreu 20 dias após o início de uma polêmica que envolveu especialistas e repercutiu entre internautas. A controvérsia ocorreu por causa do modelo apresentado inicialmente pela prefeitura. Feita em toras de eucalipto, a proteção foi alvo de duras críticas de arquitetos e urbanistas e provocou intenso debate nas redes sociais. Com isso, a prefeitura resolveu pedir ajuda de arquitetos para definir o modelo.

Estimativa da EPTC indica que para cada quilômetro da ciclovia sejam gastos R$ 250 mil. Como são 9,4 km da estrutura entre a Edvaldo Pereira Paiva e a Antônio de Carvalho, o valor estimado apenas para ciclovia seria de aproximadamente R$ 2,3 milhões. 


A obra pronta, inclusive com o guard-rail, deve ser entregue até o fim de 2012.
Fonte: Zero Hora.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Detran/RS desenvolve panfletagem sustentável.

Para que fosse possível substituir a impressão de 5 mil folderes,  o Fórum Social Temático lançou uma nova idéia que fizesse com que as pessoas repensassem a forma de se deslocar no dia a dia, através da circulação de um único panfleto.

O panfleto sustentável do Detran/RS compara o impacto no meio ambiente do deslocamento de uma pessoa por ano, em diferentes meio de transporte.

Através da utilização de uma calculadora carbono baseada no protocolo Green House Gás, o panfleto tem a funcionalidade de computar a “pegada de carbono” proveniente do transporte, levando em conta um deslocamento médio brasileiro de 28 km por dia. Além disso, ele mostra também a quantidade necessária de árvores que devem ser plantadas para compensar a emissão de CO2. O dióxido de carbono participa com, em média, metade da quantidade dos gases do efeito estufa produzidos pela atividade humana. E, no Brasil, somente os transportes são responsáveis pela emissão de 23% deste CO2.

Sendo assim, trocar o carro pelo ônibus ou bicicleta seria uma grande contribuição para o meio ambiente.  O planeta agradece e o trânsito também, sugere o panfleto.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012


Parte superior do formulário
Camiseta que transforma ruídos sonoros em eletricidade.

A Orange, empresa britânica de tecnologia, anunciou recentemente a criação de uma camiseta capaz de transformar a energia do som em eletricidade. Através da invenção os amantes da música podem ir aos shows e ainda recarregarem seus celulares com energia limpa.
A camiseta foi batizada de “Sound Charge” e contou com a ajuda de especialistas em energia renovável para que pudesse se tornar realidade. O dispositivo utiliza a tecnologia de filmes piezoelétricos para captar o som, eles normalmente são encontrados em alto-falantes modernos.
O filme modificado foi colocado dentro de uma camiseta especial, para funcionar como um microfone, capaz de absorver as ondas sonoras. Depois disso, essa energia passa por uma compressão, com cristais de quartzo, e é transformada em eletricidade.
A criação também vem equipada com uma bateria, que armazena a energia para que ela seja usada posteriormente na recarga de celulares e outros dispositivos móveis. A tecnologia capta ruídos a partir de 80 decibéis, aproximadamente o barulho feito em uma rua movimentada. Mesmo assim, os locais ideais para o seu uso são os shows, onde o som é mais alto e, consequentemente, a quantidade de energia gerada também.
Segundo os criadores, em um festival de música de dois dias, a energia obtida é suficiente para carregar até dois celulares ou um Smartphone. O equipamento ainda não está à venda no mercado, mas será disponibilizado para testes durante o Festival Glastonbury, que reunirá diversas bandas na Inglaterra.




segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Nasa desenvolve estudo com medidas para amenizar o aquecimento global.

A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) desenvolveu um estudo que propõe maneiras de reduzir o aquecimento global. O trabalho indica 14 medidas que o planeta deve adotar para amenizar as intensas mudanças climáticas.
De acordo com o estudo, uma ação que conseguisse combater a emissão do gás metano e a poluição por fuligem acarretaria na redução do aquecimento global de 2,2ºC para 1,7ºC em 2050. Além disso, poderiam ser evitadas mortes por doenças respiratórias e o cenário aumentaria a produtividade agrícola.
O estudo da Nasa foi publicado na revista "Science". Segundo os cientistas, compensa investir nas medidas propostas, pois os custos poderiam ser maiores em saúde pública e agricultura. Entre as propostas estão incluídas a substituição de fornos a carvão e controle do vazamento de metano em poços de petróleo.
Os estudiosos acreditam que o combate ao gás metano ajudaria os produtores rurais, pois estimula o surgimento de ozônio em baixas altitudes, o que prejudica a respiração das plantas. "As colheitas seriam o fator do qual países como o Brasil mais se beneficiariam", disse o líder do trabalho, Drew Shindell, da Nasa, à Folha de S Paulo. "Em países como China e Índia, o principal benefício seria na saúde pública, porque o problema de poluição por fuligem é muito maior lá", completa.
Segundo os cálculos dos estudiosos, a produção mundial de alimentos poderia aumentar de 30 milhões a 130 milhões de toneladas, caso o ozônio derivado da poluição fosse reduzido indiretamente devido o combate ao metano.
Apesar deste ser o gás-estufa mais forte ele  não é o mais abundante. A fuligem também contribui para a mudança climática, principalmente, quando se acumula sobre a neve e o gelo, pois atrapalha a capacidade da água congelada refletir radiação para fora da Terra.
O estudo ainda adverte que apesar de focarem nestes dois poluentes, as emissões de carbono devem sim ser reduzidas, o mais rápido possível. "Se adiarmos mais o acordo do clima, mesmo acabando com todo o metano e a fuligem, veríamos um enorme aumento no aquecimento, causado só pelo CO2, na segunda metade do século."
Saiba quais são as 14 propostas da Nasa:
CONTRA O METANO
1. Estender técnicas que evitam o vazamento de gás em minas de carvão.
2. Eliminar as perdas e queimar o gás que hoje escapa de poços de petróleo.
3. Reduzir vazamentos em gasodutos.
4. Separar o lixo biodegradável para reciclagem, compostagem e uso da biomassa.
5. Aprimorar o tratamento de esgoto para capturar o metano que escapa das estações.
6. Controlar emissões da pecuária usando um tratamento especial para o esterco.
7. Arejar as plantações de arroz para reduzir as emissões em plataformas alagadas.
CONTRA A FULIGEM
1. Substituir a frota de veículos muito antigos que emitem poluição demais.
2. Instalar filtros especiais nos veículos a diesel.
3. Banir a queima de resíduos de agricultura ao ar livre.
4. Substituir fornos a lenha por fornos a gás ou combustíveis de queima limpa.
5. Levar aos países pobres a tecnologia de fornos por queima de biogás.
6. Substituir tijolos de barro por vigas verticais ou por tijolos de fornos mais eficientes.
7. Substituir fornos a queima de coque (subproduto do carvão) por fornos mais eficientes.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Código de barras inteligente pode substituir rótulos ecológicos.

O número de produtos alimentícios com código de barras inteligentes está aumentando nos Estados Unidos com a ajuda de tecnologias móveis. Uma das possíveis consequências deste fato pode ser o desaparecimento de rótulos ecológicos nas prateleiras.  
Atualmente, símbolos e logotipos verdes estão espalhados na indústria de alimentos, cosméticos, produtos de limpeza doméstica, produtos têxteis, móveis e até brinquedos. Entretanto, a empresa Organic Monitor, de marketing e serviços de informação especializada em indústria de alimentos orgânicos, afirma que muitos consumidores já não confiam nas supostas vantagens ecológicas impressas nos rótulos que indicam quando o produto é sustentável.
Para satisfazer este público, muitas marcas começaram a disponibilizar informações detalhadas sobre o impacto ambiental, social e até econômico do produto através do código de barras. Em alguns casos é até possível verificar as origens do produto.
As principais causas da desconfiança são as deficiências de muitas normas e falta de transparência. Muitas informações são confusas e o consumidor não sabe distinguir os reais benefícios. Devido a isso há um número crescente de pessoas que usam aplicativos de dispositivos móveis para se informarem.
Um aplicativo famoso nos EUA é o GoodGuide. Ele classifica os produtos com base em vários parâmetros, como saúde, meio ambiente e social. Destacando as deficiências de muitos produtos tidos como sustentáveis, ele dispõe de avaliações de quase cem mil produtos de consumo e empresas.
Ao passo que as informações são facilitadas também cresce as exigências dos consumidores. Com o surgimento de aplicativos como o GoodGuide, de certa forma, as empresas sentem-se obrigadas a desenvolverem produtos mais sustentáveis e o consumidor é quem sai ganhando.  Desta forma, a tecnologia aos poucos substitui os milhares de símbolos e logotipos que tanto causam confusão.  Com informações do Labels and Labeling.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Heineken Brasil planeja ser a cervejaria mais verde do mundo até 2020.

Consciente de seu papel em relação à sustentabilidade, a Cervejaria Heineken quer atingir sua ambição de ser a cervejaria mais verde do mundo até 2020 por meio da melhoria contínua de suas atividades.
 
A plataforma criada pela empresa possui três objetivos estratégicos: melhorar o impacto ambiental das marcas e negócios da Heineken, capacitar as pessoas e as comunidades em que a empresa opera e impactar positivamente o papel da cerveja na sociedade.  
 
As metas foram lançadas no Brasil no ano passado, quando a cervejaria se consolidou no país com a aquisição da divisão de cervejas da FEMSA. A companhia implementou o seu programa em suas oito fábricas no Brasil: Jacareí (SP), Araraquara (SP), Gravataí (RS), Ponta Grossa (PR), Cuiabá (MT), Feira de Santana (BA), Pacatuba (CE) e Manaus (AM).
 
No Brasil, a cervejaria já implantou algumas ações que vêm cooperando para tornar a empresa a mais “verde” do mundo. Uma delas é o Comitê de Bacias hidrográficas, focado na preocupação da escassez de água nos rios. A metodologia aborda o controle do uso da água nas comunidades, indústrias, agropecuária e outros setores e da qualidade do efluente devolvido nos rios.
 
Outra preocupação da empresa é a redução de consumo de água nas cervejarias. O programa existente no Brasil já economiza o equivalente a 38 piscinas olímpicas cheias por ano. Comparando-se com a referência internacional de 6l de água/l de cerveja, o consumo médio da empresa é de 4,9 l de água/l de cerveja, o que significou, em 2009, uma economia de mais de 112 milhões de litros de água. 
 
Quanto ao consumo energético, a utilização de energia própria gerada por meio de biocombustível, biomassa e co-geração (que utiliza vapor) produz energia suficiente para abastecer por um mês mais de 230 mil residências com quatro pessoas que consumam a média de 200 KWh/mês, por um ano.
 
A Heineken Brasil tem seu índice de reciclagem superior a 98% dos resíduos da produção e permanece trabalhando para a melhoria contínua deste processo. Vale ressaltar que os resíduos de fermentação são utilizados tanto para a produção de ração animal como para elaboração de adubo.
 
Outras questões como tratamento de efluente e consumo responsável também são preocupações da empresa para que atinjam a marca de cervejaria mais verde em 2020.
A plataforma criada pela empresa possui três objetivos estratégicos: melhorar o impacto ambiental das marcas e negócios da Heineken, capacitar as pessoas e as comunidades em que a empresa opera e impactar positivamente o papel da cerveja na sociedade.  
 
As metas foram lançadas no Brasil no ano passado, quando a cervejaria se consolidou no país com a aquisição da divisão de cervejas da FEMSA. A companhia implementou o seu programa em suas oito fábricas no Brasil: Jacareí (SP), Araraquara (SP), Gravataí (RS), Ponta Grossa (PR), Cuiabá (MT), Feira de Santana (BA), Pacatuba (CE) e Manaus (AM).
 
No Brasil, a cervejaria já implantou algumas ações que vêm cooperando para tornar a empresa a mais “verde” do mundo. Uma delas é o Comitê de Bacias hidrográficas, focado na preocupação da escassez de água nos rios. A metodologia aborda o controle do uso da água nas comunidades, indústrias, agropecuária e outros setores e da qualidade do efluente devolvido nos rios.
 
Outra preocupação da empresa é a redução de consumo de água nas cervejarias. O programa existente no Brasil já economiza o equivalente a 38 piscinas olímpicas cheias por ano. Comparando-se com a referência internacional de 6l de água/l de cerveja, o consumo médio da empresa é de 4,9 l de água/l de cerveja, o que significou, em 2009, uma economia de mais de 112 milhões de litros de água. 
 
Quanto ao consumo energético, a utilização de energia própria gerada por meio de biocombustível, biomassa e co-geração (que utiliza vapor) produz energia suficiente para abastecer por um mês mais de 230 mil residências com quatro pessoas que consumam a média de 200 KWh/mês, por um ano.
 
A Heineken Brasil tem seu índice de reciclagem superior a 98% dos resíduos da produção e permanece trabalhando para a melhoria contínua deste processo. Vale ressaltar que os resíduos de fermentação são utilizados tanto para a produção de ração animal como para elaboração de adubo.
 
Outras questões como tratamento de efluente e consumo responsável também são preocupações da empresa para que atinjam a marca de cervejaria mais verde em 2020.