Em maio deste ano, um assunto tomou conta das redes sociais: a chuva de Twix. A tal chuva foi programada para o final do mês, dia 30 de maio, às 14h na Av. Paulista.
Perfil no Twitter, Facebook, blog e um canal no youtube foram criados para fortalecer a divulgação da ação. No dia do evento, #chuvadetwix estava no TTBr (top dos assuntos mais comentados do Brasil no Twitter).
A chuva começou e, diferente do que muita gente esperava, os chocolates não vieram do céu, mas das mãos de promotores da ação, que jogavam as barrinhas em meio a muito papel picado que saíam de máquinas.
Ao invés de dar efeito, os papéis picados acabaram chamando demais a atenção e esconderam os chocolates que de fato, pareceram ser pouco. A palavra “chuva” remete à abundância. Foi divulgado que 16 mil chocolates foram destruídos, mas uma chuva deveria ter sido bem mais ambiciosa. Valeria muito mais a pena pecar pelo excesso neste caso. Outra coisa que todo mundo imaginou é que as barrinhas cairiam de cima e não das laterais. Não atingir essas expectativas ligadas à produção, foi fatal para a ação.
A internet teve poder suficiente para levar a ação do sucesso ao fracasso. Assim como mobilizou milhares de pessoas a sairem de suas casas em um domingo a tarde para ver a Chuva de Twix, agora a rede é responsável por disseminar as falhas de planejamento e execução.
No Twitter estão rolando frases como:
“Chuva de Twix: taí uma ideia que ficou só no papel.”
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